Vício em sexo foi reconhecido como uma doença mental pela Organização Mundial de Saúde!

É verdade que o sexo é bom para agitar a monotonia do dia a dia… e até traz vantagens que muitos de nós nem sequer desconfiava… Mas, como acontece com tudo na vida, o que fazemos demais enjoa… e até pode ser um evidente sinal de vício. Sim, há quem tenha vício em sexo, como acontece tantas vezes com chocolates, tabaco, álcool…

Aliás, o vício em sexo é tão sério que, há pouco tempo, até foi classificado como uma doença mental, pela primeira vez. Foi a Organização Mundial de Saúde (OMS) que fez este reconhecimento, que é bastante importante: afinal, graças a esta classificação, brevemente, poderão ser disponibilizados tratamentos para este vício a partir do Sistema Nacional de Saúde (SNS).

Em declarações à publicação The Independent, a médica Valerie Voon, do Colégio Real de Psiquiatria, afirmou que cerca de 2 a 4% da população de todo o mundo sofre deste vício. Valerie até acrescentou que este género de transtorno acaba por ser escondido, por vergonha.

Para a médica, este reconhecimento da OMS é um passo relevante para quem passa por este vício: afinal, desta maneira, há uma confirmação de que a patologia é verdadeira e que exige ajuda médica.

A lista da Organização descreve a desordem de comportamento sexual compulsivo como “um padrão permanente de falha no controlo de impulsos repetitivos e intensos de cariz sexual ou um impulso que se manifesta com atitudes sexuais repetitivas”.

E quais são os sintomas? O principal é o facto de o sexo se transformar no foco central na vida desses viciados, ocupando o lugar de outros interesses pessoais, cuidados e quaisquer responsabilidades.

Para ser considerado um transtorno, o vício deve manifestar-se durante, pelo menos, seis meses.

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